reflexão
02/04/2019
preciso da tua ajuda! ajudas-me?

Para quem me segue já algum tempo já deve ter reparado que houveram algumas mudanças por aqui e para quem é novo bem-vindo ao meu blog. Já desde o ano passado que sentia a necessidade de dar um novo ar a este espaço e portanto 2018 foi um ano de planeamento para que 2019 fosse o ano da grande mudança. Nada melhor que o início de um novo ano para concretizar objetivos. Comecei por atribuir uma nova estética ao blog. A escolha foi demorada e complicada, mas valeu imenso cada segundo pelo resultado final. Por vezes esperar vale a pena, afinal de contas cada ocasião precisa do seu tempo não é verdade?
Para além da alteração do layout sempre quis adicionar pequenos apontamentos que gritassem pelo nome do blog e o diferenciasse dentro desta comunidade. E principalmente que passasse a mensagem que pretendo transmitir a quem me lê. É um espaço feliz, aberto a quem quiser visitar ou ficar, um espaço de aceitação e que os sonhos podem ser possíveis, mesmo quando achamos que ninguém os está a ver. A prova que devemos acreditar, mesmo que mais ninguém acredite, e que devemos lutar todos os dias para atingir os nossos objetivos está agora diante dos meus olhos. O que tenho que agradecer imenso à Joana Rito, porque sem a sua ajuda e enorme talento não era possível. Obrigada por me teres criado o icon e título do blog de acordo com a descrição que te dei - fico exatamente como tinha imaginado! Vejam o talento que esta miúda bonita e genuína tem em @joanasemjeito.
Outro dos motivos de mudança advém do facto de não escrever tanto como escrevia antes. E com isto refiro-me a escrita criativa. Não é que o queira deixar de o fazer, por completo, apenas já não o consigo fazer com tanta frequência e neste meio da imaginação e criatividade nem sempre se consegue produzir tanto quanto desejamos. Vou continuar a partilhar com vocês todos os conteúdos de escrita criativa que considerar dignos de serem partilhados, no entanto como também quero partilhar muito mais para além de conteúdo criativo que exige a minha imaginação, gostava de fazer uma pequena sondagem sobre os conteúdos que mais gostam aqui no Incontro-Verso e que tipo de conteúdos gostavam de ver por cá que não existem.
Se puderem tirar uns segundos do vosso dia, pedia então que me respondessem ás questões seguintes:
Se puderem tirar uns segundos do vosso dia, pedia então que me respondessem ás questões seguintes:
- Qual é o conteúdo que mais gostam de ler aqui no blog?
- Preferem ler sobre reviews de livros ou experiência do meu dia-a-dia?
- Vejo imensos filmes, gostavam que desse a minha opinião sobre alguns?
- A categoria "Idas e Voltas" está muito parada gostavam que vos falasse um pouco mais sobre os locais e cidades/países que visito?
- Gostavam de ler mais sobre os meus itinerários ou sobre recomendações dos locais?
- Além das opções da questão anterior que tópicos gostavam que fossem abordados, relativamente a viagens?
- Gostavam que houvesse uma nova rubrica no blog?
- O meu estilo é mais lifestyle ou escrita, mas gostavam de ter outros temas por aqui? Quais?
Fico muito grata pela vossa ajuda, muito obrigada mesmo porque sem vocês não seria possível!
24/01/2019
devemos praticar mais o auto elogio
Para muitos de nós, uma das piores tarefas que nos podem pedir é enumerarmos algumas qualidades próprias, mas se pelo contrário também nos pedirem para mencionar alguns defeitos, a tarefa passa a ser facilitada em todos os sentidos. Temos tendência a conhece-nos melhor pela negativa do que pela positiva. Ou talvez temos mais facilidade em admitir os nossos defeitos? O ego é um compartimento complicado de gerir e muitas vezes deixa-mo-nos levar pela sua voz altiva. O ego tanto pode ser o nosso maior inimigo como o nosso melhor amigo. E por si só é assustador.
No fundo acho que todos nós sabemos quem somos e portanto sabemos quais os nossos defeitos tão bem como sabemos as nossas qualidades. Se não formos capazes de nos conhecermos, nunca ninguém nos vai conhecer melhor. Até porque os outros só conhecem o que permitirmos e por norma somos um todo espalhado por vários fragmentos que oferecemos a quem nos é especial. Somos um uníssono de parcelas, e todas elas são verdades (mesmo sendo diferentes entre si). Acredito que o que custa não é quando descobrimos quem somos na maior plenitude possível, mas quando ganhamos a coragem de o exteriorizar. Mostrarmos que sabemos que temos determinadas características boas e que ainda por cima gostamos dessas nossas qualidades é que nos assusta. Portanto escondemos que o sabemos.
Questionava imenso o porquê do ser humano negativizar tanto o "eu". Quando percebi, que na verdade não passava, na maioria das vezes, de um escudo de proteção contra qualquer riso alheio que fizesse o nosso ego retaliar - "Eu avisei, não me quiseste ouvir, mais valia teres ficado calada". Apesar de ser natural, pois todos temos qualidades e defeitos, não é socialmente aceitável dizermos que temos qualidades. Porém quando são mencionadas por outras pessoas já não é um drama. Mas porquê? Se são parte daquilo que somos, porque é que não podemos mostrar orgulho no que temos de bom? Esta opressão social, que vive desde sempre, sufoca-nos de tal forma que não nos permite ver mais além e mantém-nos presos dentro da definição categórica de certo e errado. Quando nada é tão linear como parece. Um exemplo muito simples é o facto de não sabermos lidar com os elogios dos outros para connosco - como quem quer dizer: "Porque é que me estás a dizer uma coisa dessas?", mas responde: "Obrigado", porque é uma forma mais educada de lidar com a situação. Mas pior que responder um obrigado não sentido é não fazer auto elogios. É tão simples. Não ocupa tempo e faz-nos tão bem.
Nos tempos que correm o que mais nos falta é sermos sinceros. Com os outros e connosco principalmente. Não há mal nenhum em dizermos que não gostamos de algo em nós, assim como também não há mal dizermos o que gostamos. Somos livres de concordar ou discordar dos elogios que nos são dados, mas só os vamos saber apreciar quando formos capazes de olhar ao espelho, todos os dias, e dizer a nós próprios - eu gosto "disto" em mim! Vai-nos permitir aceitar quem somos e viver de um modo positivo. Acreditar é o ponto essencial para chegarmos onde quisermos.
Elogiem-se. Promovam a corrente da prática do auto elogio, porque só assim se consegue entender os elogios que vêm de outras pessoas. E caso não concordarem com o elogio que vos foi dado porque não dizer que não concordam? Acrescentando um em que acreditem ser verdade. Pelo menos é mais sincero e dá a conhecer um pouco mais de vocês. Mas acima de tudo acreditem do que dizem a vocês mesmos.
11/01/2019
contas que me inspiram
Há uns tempos atrás surgiu um movimento no Instagram que consistia em divulgar quem nos inspirava através de #partilhaquemteinspira. Pareceu-me ter havido bastante adesão ao mesmo, pelo que consegui acompanhar deste, no entanto não aderi apesar de achar o conceito bem interessante em diversos aspetos. Além de ajudar a divulgar as páginas em causa (não digo isto apenas por interesses numéricos e estatísticos das páginas em si, mas porque ao aumentar uma comunidade é sinal que a informação chega a todos os interessados nela), cria interação entre o público com os mesmos interesses. E não há nada melhor que podermos ter alguém com quem trocar ideias sobre um assunto, sem corrermos o risco de nos sentirmos entediados com a conversa que apenas continuamos a responder por educação e respeito pela outra pessoa.
Conversar nunca foi uma forte característica minha, mas quando se trata de assuntos que entendo ou me fascinam, não há quem me consiga calar. E saber que a outra pessoa sente o mesmo entusiasmo que eu ainda me cativa mais a alimentar a conversa. Ao ver os resultados incríveis que decorreram desta mega interação, decidi mostrar-vos as contas que mais me inspiram - inclui Blogs, Instagrams e mesmo Canais de YouTube.
Para além de ser médica (por si só, para mim já é impressionante) é também uma grande entusiasta de moda e lembro-me de acompanhar o seu trabalho desde a altura que recreava looks - fantásticos by the way - e partilhava connosco no Blog do qual era fundadora - Miss Tangerine. Agora usa o seu Instagram para esclarecer dúvidas e desmistificar ideias erradas sobre diversos assuntos de saúde. E claro, continua a partilhar os seus looks que tanto gosto.
Vive, ou pelo menos diz que tenta viver uma vida mais sustentável e na verdade aprendo todos os dias um pouco mais sobre como ser sustentável. Apesar de ter noção da importância do tema e o quanto é urgente passar das palavras à ação, foi a partir do momento que comecei a acompanhá-la que realmente me caiu a ficha. Comecei a ganhar mais interesse e a querer mudar alguns pequenos hábitos que para nós são insignificantes, mas que na totalidade fazem diferença.
Fundadora do Blog - contemporary lives here -, sigo-a à risca desde que me lembre de ter Blog, mesmo antes de ter começado este. Ela é uma total inspiração tanto a nível de moda como em termos fotográficos. E o que me fez cativar no seu trabalho foi o seu gosto enorme pelo vintage, porque para além de ser sustentável, mostra-nos que ao reaproveitar roupas antigas também é possível ter muita pinta.
A miúda que acompanho à menos tempo, mas que tem as melhores reviews de livros de sempre. É simpática e não dá para não sentir as boas energias que transmite com o seu trabalho e portanto é impossível não ficar bem disposto e com um sorriso dentro do seu espaço.
Tem uma escrita simples, mas cativante. Partilha connosco todas as semanas conteúdos das suas experiências do seu quotidiano de uma forma breve, mas que nos deixa agarrados como leitores do seu blog. Esperamos dia após dia ansiosos por saber qual é a nova aventura da sua semana.
Ambos youtubers de estilos de filmagens diferentes, mas ainda assim juntei-os porque criam conteúdos idênticos e são formidáveis no seu trabalho, cada um dentro do seu estilo.
O Tomás tem das melhores qualidades de filmagens a nível do youtube de entretenimento e os sketches são o melhor dos seus vídeos - conseguimos ver o gosto que coloca no seu trabalho e o quanto se esforça por manter a naturalidade do quotidiano.
A Mafalda usa acontecimentos que tendemos a esconder mas que se sucedem com todos nós e desmistifica-os através da comédia. Em segundos momentos constrangedores passam a ser engraçados e faz-me rir do início ao fim dos seus vídeos.
E a vocês quem é que vos inspira? Contem-me quais são as vossas contas favoritas. Quero-vos conhecer um pouco melhor e quem sabe conhecer novas pessoas que também possam vir a torna-se em novas inspirações para mim.
04/01/2019
porque não?

Desde que entrei para a plataforma e passei a ser mais um membro do Blogger sempre fui muito reticente no que toca à divulgação da minha página, talvez por medo da crítica e talvez porque as pessoas estão tão habituadas a conhecer-nos dentro de padrões que quando nos desviamos um pouco daquilo que nos conhecem existe um impacto de choque. O receio foi-se mantendo e apesar de querer partilhar ideias e experiências importantes com o mundo, mantive-me confortável porque era mais seguro. É certo que é mais seguro, mas porque é que os consumidores de conteúdo saberem da minha existência no blog também não pode ser seguro e mais cativante para mim?
Tenho vindo a fazer esta reflexão interior, que se tem alastrado e modificado a minha resignação relativamente ao facto de me manter presa em caixas. Eu gosto de escrever, e mesmo que as pessoas que me conhecem ou mesmo as que não me conhecem, estranharem esta minha capacidade e gosto, não vai mudar nada. Aliás oprimir o gosto que tenho pela escrita, pelo medo das reações e críticas que possa receber, só me vai fazer sentir pior por estar a abdicar de um sonho que tenho - escrever. Por vezes temos de sair da nossa zona de conforto para conseguirmos atingir os nossos objetivos e se para isso é necessário deixar de ter medo que o meu blog seja descoberto, vou aceitar os riscos e deixar de trancar a sete chaves algo que realmente gosto de fazer. E qual seria o pior que poderia acontecer? Consigo imaginar um ou outro cenário menos oportuno, mas não muito mais.
E se tantas pessoas o fazem, porque é que não posso ser mais uma dessas pessoas, que escreve para pessoas? Também posso e vou continuar a fazê-lo até que a minha vontade o dite.
Não abdiquem dos vossos sonhos ou usem a desculpa: "talvez isto não seja para mim", porque só se estão a enganar a vocês mesmo. Todos navegamos no mesmo barco e todos nós vivemos tempos duvidosos que nos fazem recear a mudança e isso é perfeitamente normal e legítimo. No entanto, deixar-nos influenciar por receio alheio deixa de ser justificável, porque todos nós temos receios de principiante e os outros percebem e aceitam isso, porque também já passaram pelo mesmo noutra situação idêntica. E temos que interiorizar que qualquer conteúdo é feito com um determinado propósito e para um público em específico, portanto não podemos querer cativar todo o tipo de comunidades/grupos etários. O mais importante é gostarmos do que fazemos ao invés de fazermos porque é aceitável por uma maioria de pessoas.
Não abdiquem dos vossos sonhos ou usem a desculpa: "talvez isto não seja para mim", porque só se estão a enganar a vocês mesmo. Todos navegamos no mesmo barco e todos nós vivemos tempos duvidosos que nos fazem recear a mudança e isso é perfeitamente normal e legítimo. No entanto, deixar-nos influenciar por receio alheio deixa de ser justificável, porque todos nós temos receios de principiante e os outros percebem e aceitam isso, porque também já passaram pelo mesmo noutra situação idêntica. E temos que interiorizar que qualquer conteúdo é feito com um determinado propósito e para um público em específico, portanto não podemos querer cativar todo o tipo de comunidades/grupos etários. O mais importante é gostarmos do que fazemos ao invés de fazermos porque é aceitável por uma maioria de pessoas.
01/01/2019
voltar no tempo e reviver 2018

Não é costume partilhar as minhas conquistas nem os meus momentos de grandes emoções. Tanto os que me fazem sentir com o coração quentinho, nem os que me colocam em estado de alerta máximo. Mas este ano, que acabou de terminar, não foi um ano como todos os outros e sinto a necessidade de partilhar o quão especial foi. Atingi objetivos que nunca pensei conquistar este ano, vivi experiências que nunca seriam uma opção a ponderar pela Inês de à 1 ano, que tinha um medo incontrolado de tudo o que não conseguisse controlar, mas principalmente, aprendi mais e tornei-me numa versão melhorada de mim. E por tudo isto, o meu ano resume-se em gratidão. Apesar de todas as tristezas, que também fazem parte, sinto-me acima de tudo grata. Por ter tido a possibilidade de conhecer mais do meu país, evoluir pessoalmente e deixar alguns maus hábitos para trás, acompanhar os velhos amigos e dar as boas vindas aos novos, assim como viver experiências únicas que se fossem noutro tempo provavelmente não seriam possíveis. O tempo é um factor importante e portanto eu gosto de acreditar que se não me foi dado mais tempo é porque não tinha de o ser. Talvez mais tempo estragaria o encanto.
Obrigada a todas as pessoas-luz que me acompanharam e permitiram que as acompanhasse também. Ao meu gato que com a sua partida me ensinou que o importante de uma amizade não está na presença constante, mas no sentimento que permanece como magia. A probabilidade de te ter tido na minha vida era tão baixa e só por si eu já sinto uma alegria tão grande por ter tido essa sorte.
Obrigada aos meu pais por me terem permitido viver a minha experiência de sonho em Lisboa. Valeu tanto a pena, cada viagem longa para chegar a casa, todas as horas a planear o trabalho para o dia seguinte. Respirar um novo ar e ver que ainda há uma réstia de esperança na minha área do curso foi o empurrão que estava a precisar para continuar a acreditar e alegrar o meu ânimo.
E para além destas experiências recompensadoras, sinto-me completa porque além dos amigos fantásticos que tenho e que tornaram os meus anos académicos numa autêntica aventura, ajudaram-me e acompanharam-me até ao dia em todos juntos pudemos dizer que estávamos oficialmente licenciados - foi um retrato bonito que nunca vou esquecer. Comecei a trabalhar e descobri que as pessoas são fantásticas, que afinal tempo não me falta e é tão bom poder ter o nosso dinheiro.
Obrigada a todos!
17/11/2018
o poder das emoções e conexões

Existe uma frase que ouço muitas vezes e que eu própria já a prenunciei vezes sem conta - "Mais vale estar sozinho, que mal acompanhado" -, prenunciava-a com convicção e realmente acreditava no propósito da frase. Mas com o tempo e se formos recetivos a ouvir as perspectivas dos outros temos tendência a repensar nas nossas ideologias e prespetivas. Com isto não estou a dizer que nos devemos deixar influenciar pelas ideias dos outros, no entanto acho que é importante tanto para nós, como para o outro, sabermos ouvir os seus pensamentos, porque vai possibilitar, além de uma melhor interação e compreensão, propicia empatia que é uma das ferramentas fundamentais para se fomentar uma relação saudável.
Isto para vos dizer, que cada vez mais acredito que mais vale estarmos mal acompanhados do que estarmos sozinhos, porque as relações interpessoais podem ser trabalhadas através da comunicação, ao compreender motivos e razões, ao expressar sentimentos e muito importante, perceber o que realmente esses sentimentos significam. As emoções são mensagens que o nosso cérebro formula para comunicar connosco para nos transmitir uma mensagem. Portanto, quando estamos perante uma situação problemática ou de decisão, na maioria das vezes, não sabemos o que fazer - o que é normal e legítimo - mas se tentarmos desmistificar as nossas emoções, ou seja, compreender o motivo - o porquê - de sentirmos determinada emoção, automaticamente, encontramos a resposta ao problema que tanto procurávamos. As emoções fazem parte de um campo complexo que nem sempre exploramos como devíamos, e acreditem, as nossas emoções são a chave para muitas soluções, que sistematicamente não as valorizamos por estarem tão próximas. O fascinante, pelo menos para mim, é que o motivo pelo qual não conseguimos exteriorizar as nossas emoções advém da necessidade de expressarmos uma certa vulnerabilidade - na nossa sociedade ser vulnerável é comparável como "pôr o dedo na ferida" e involuntariamente levanta-se uma barreira defensora, para não haver o risco de se ultrapassarem os limites. Em contrapartida, as boas relações têm por base uma boa gestão da própria vulnerabilidade (Ainda existe muito preconceito em volta deste assunto, mas que aos poucos acredito que se vai tornar num conceito).
É possível restabelecermos relações ou melhorarmos relações, porém é essencial não culpabilizarmos o outros porque vamos estar a desvalorizar a pessoa e eventualmente a ofendê-la, gerando logo de partida uma barreira e uma postura de defesa por parte do outro, por se sentir atacado. E diminui espontaneamente as probabilidades de se desenvolver qualquer tipo de relação. Outra questão passa por não exigir ao outro, uma vez que, a pessoa tem de estar aberta à possibilidade de expandir as suas relações, caso contrário a imposição de qualquer emoção ou ligação só a vai afastar ainda mais. Fazer o exercício de aprender a aceitar e tolerar o outro por intermédio de diálogo, empatia e respeito do tempo e espaço de cada pessoa, permite-nos perceber a ferramenta que temos nas nossas mãos e que nos tempos que correm ainda não é utilizada. O poder de criarmos conexões entre pessoas gera bem-estar e bom ambiente, mais do que adotarmos apenas uma postura de simpatia. Porque ao contrário do que nos é incutido, ser simpático não ajuda ninguém, é necessário sermos empáticos com o outro, para percebermos realmente a sua situação e sentimentos, só assim se consegue gerar entreajuda e motivar quem nos rodeia.
Partilhada a minha opinião acerca do "Poder das Emoções e Conexões", gostava de vos fazer algumas questões, para saber qual é a vossa opinião acerca deste tema.
- Qual é a vossa opinião acerca do ditado popular "Mais vale estar sozinha, que mal acompanhada"?
- Nos tempos que vivemos acham que a nossa sociedade precisa de pessoas empáticas ou simpáticas?
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