
Da banalidade nos vamos servindo,
mesmo que sem fome.
Porque a solidez do comum
sempre será o prato do dia.
Com o derramar grosseiro,
estupefacto e banal,
presencio os meus olhos,
e não entendo…
Quem és tu?
Nunca me atrevi a perceber,
Nunca fui capaz de me olhar.
Será? Serei eu?
Pergunto-me quem és.
Não sei, nunca descobri...
Mas talvez a arte de nada
Seja aquilo que vejo de mim
Quando respondo ao que vi.
r: obrigada querida:) durante estes dias vão continuar a haver publicações do género/ sobre o blog :)
ResponderEliminarQue reflexão
ResponderEliminarhttp://retromaggie.blogspot.pt
Está tão bem concebido! E faz realmente refletir.
ResponderEliminarEscreves muito bem!
obrigada pelo comentário
ResponderEliminarhttp://retromaggie.blogspot.pt
Está tão bonito! Gostei tanto, muitos parabéns!
ResponderEliminarhttps://sunflowers-in-the-wind.blogspot.pt/
Está muito bonito, tens imenso jeito :)
ResponderEliminarPoema muito bonito!
ResponderEliminarR.: Muito obrigada, Inês!