POEMAS MENTAIS

Da banalidade nos vamos servindo,
mesmo que sem fome.
Porque a solidez do comum
sempre será o prato do dia.

Com o derramar grosseiro,
estupefacto e banal,
presencio os meus olhos,
e não entendo…

Quem és tu?

Nunca me atrevi a perceber,
Nunca fui capaz de me olhar.

Será? Serei eu?

Pergunto-me quem és.
Não sei, nunca descobri...

Mas talvez a arte de nada
Seja aquilo que vejo de mim
Quando respondo ao que vi.

7 comentários:

  1. r: obrigada querida:) durante estes dias vão continuar a haver publicações do género/ sobre o blog :)

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  2. Que reflexão
    http://retromaggie.blogspot.pt

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  3. Está tão bem concebido! E faz realmente refletir.
    Escreves muito bem!

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  4. obrigada pelo comentário
    http://retromaggie.blogspot.pt

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  5. Está tão bonito! Gostei tanto, muitos parabéns!
    https://sunflowers-in-the-wind.blogspot.pt/

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  6. Está muito bonito, tens imenso jeito :)

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  7. Poema muito bonito!
    R.: Muito obrigada, Inês!

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